Renault Sandero RS tem série de despedida Finale

 


Depois de seis anos e várias especulações sobre o fim de linha, a Renault apresenta a série Finale do Sandero RS. A versão esportiva do Sandero sai de linha devido ao fato que o motor utilizado não atende às novas normas de emissão de poluentes e à inviabilidade financeira de adaptar o novo motor 1.3 turbo desenvolvido em parceria com a Mercedes-Benz à transmissão manual de seis marchas para vender tão pouco.

Serão apenas 100 unidades vendidas a R$ 99 mil reais. As diferenças entre a versão Finale e a versão normal são basicamente uma plaqueta numerada instalada sob o freio de estacionamento além de uma caixa com itens da grife Renault Sport como boné, chaveiro, squeeze, carteira e um poster com o blueprint (desenho técnico) do Sandero RS.

Mecanicamente, sem modificações. Permanece a ótima combinação do motor 2.0, oriundo do Duster de geração anterior, com 150 cv e 20,9 kgfm com a transmissão manual de 6 velocidades com relações curtas, que aliado ao baixo peso de 1181 kg e à relação peso/potência de 7,87 kg/cv permite 0 a 100 na casa dos 8 segundos e velocidade máxima de 202 km/h. A proposta do RS não é ser um rojão de retas, mas sim um carro que faz excelente tempo em condições de pista e ainda consiga ser viável em uso diário.

Os principais equipamentos do Sandero RS são: ar-condicionado automático, direção eletro-hidráulica, vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas, retrovisores elétricos, central multimídia com tela de 7” e compatibilidade com Android Auto e Apple Car Play, rodas de liga leve de 17” com pneus 205/45 Michelin Pilot Sport 4, controle de tração, controle de estabilidade, 4 airbags e luzes diurnas.

O Sandero RS despede-se do mercado já com o status de futuro clássico nacional, estando no mesmo panteão de esportivos nacionais como Uno Turbo e R, Gol GTS e GTI, Escort XR3, Opala SS, Charger R/T e Maverick GT. Daqui a 20 anos espera-se que as unidades remanescentes sejam disputadas a tapa e preços elevados.

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